Contabilidade para tatuadores e estúdios que precisam crescer sem tropeçar no limite do MEI, na biossegurança exigida pela vigilância sanitária e na relação com artistas residentes ou convidados.
Muito tatuador começa formalizado como MEI, e isso está certo. O ponto de atenção é o estúdio crescer — mais de um artista trabalhando no espaço, faturamento subindo — sem ninguém avisar que o MEI já não comporta mais aquilo.
Limite de faturamento e de um único funcionário: quando o estúdio ganha um segundo artista fixo, o MEI já não é suficiente.
Cada artista que usa a maca pode ser sócio, autônomo ou funcionário — e cada formato muda a forma de repassar e tributar o valor da sessão.
Sessão de tatuagem é serviço; joia de piercing e produto de pós-cuidado vendidos à parte podem ser comércio — dois impostos diferentes, se não for tratado direito.
Seis frentes que acompanham o estúdio em cada fase de crescimento.
MEI para quem está começando ou migração para ME quando o momento pedir.
Simulação entre MEI e Simples Nacional considerando o crescimento real do estúdio.
Emissão correta do serviço de tatuagem, separada da venda de produtos, quando houver.
Fluxo de caixa organizado por artista e por tipo de trabalho.
Estrutura para artista residente, convidado ou funcionário CLT, cada um do jeito certo.
Apoio com alvará e exigências de vigilância sanitária para o estúdio.
Diferente de outras profissões regulamentadas, o tatuador pode começar como MEI — a questão é saber a hora certa de sair dele.
| Formato | Ponto forte | Atenção |
|---|---|---|
| MEI | Permitido para tatuador e estúdio individual | Limite de faturamento anual e de apenas um funcionário contratado |
| Simples Nacional | Tributação pelo Anexo III, sem sujeição ao Fator R | Exige segregar receita de serviço e eventual venda de produtos à parte |
| Lucro Presumido | Pode compensar em faturamento mais alto | Exige projeção antes de sair do Simples |
A atividade de tatuagem (CNAE 9609-2/06) está no Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, sendo permitida ao MEI, e se enquadra no Anexo III do Simples Nacional sem sujeição ao Fator R.
Entendemos o tamanho real do estúdio antes de recomendar qualquer mudança.
Faturamento, número de artistas e formato atual.
MEI ainda cabe ou é hora de migrar para ME.
Troca de contador ou abertura conduzida do zero.
Notas, obrigações e relatório todo mês, sem cobrança.
Avaliamos junto com você se já é hora de migrar antes que o limite vire problema.
Avaliar meu casoEstruturamos o repasse entre artistas residentes, convidados e a casa.
Organizar minha equipeTrocamos o escritório atual sem perder histórico nem prazo de obrigação.
Trocar de contadorPreencha o formulário abaixo e a gente entra em contato pra entender seu cenário.
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